EU SOU, OPERANDO EU, QUEM IMPEDIRÁ.


Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das
minhas mãos; operando eu, quem impedirá? Is.43.13.

Esta expressão EU
SOU
, significa dizer: Aquele que é a origem de tudo, de onde emana a vida.
Aquele que é auto-existente, ou seja, que existe  por si mesmo, que é
independente, não precisa de ninguém.

Esta expressão EU SOU,
que é um dos nomes de Deus, aparece várias vezes no texto sagrado.

1. EU SOU o teu escudo. Gn.15.1

2. EU SOU o Deus todo-poderoso. Gn. 17.1

3. EU SOU o que sou. Ex.3.14

4. EU SOU o Senhor que te sara. Ex.15.26

5. EU SOU o Senhor teu Deus. Sl.81.10

6. EU SOU a  rosa de Sarom, o lírio dos vales. Ct.2.1

7. EU SOU o Senhor, vosso Santo, o Criador de Israel, o vosso Rei. Is.43.15

As sete declarações
de  Jesus registradas no evangelho de João: Ele disse: Antes que Abrão
existisse EU SOU. Jo.8.58

1. EU SOU o pão da vida. Jo.6.35

2. EU SOU a luz do mundo. Jo.8.12

3. EU SOU a porta. Jo.10.9

4. EU SOU o bom pastor. Jo.10.11

5. EU SOU a ressurreição e a vida. Jo.11.25

6. EU SOU o caminho a verdade e a vida. Jo.14.6

7. EU SOU a videira verdadeira. Jo.15.1

Conclusão: No livro de
apocalipse, Ele diz: Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e
o Derradeiro. Eu, Jesus enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas
igrejas. Eu sou a Raiz e  a Geração de Daví, a resplandecente Estrela da
manhã. E o Espírito e a esposa dizem: Vem! E quem ouve diga: Vem! E quem tem
sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida 



A Eleição Eterna – Fomos Criados para louvor da Gloria de Deus

Texto Efésios 1.3-14

O fundamento da eleição (1.3-4)

O fundamento da igreja, da salvação e da própria eleição é Cristo. Paulo afirma ver 3 e 4

Ao afirmar que Cristo é o fundamento da eleição, o apóstolo Paulo automaticamente descarta toda e qualquer participação humana na salvação. Até mesmo o exercício da fé, mediante a qual nos apropriamos da salvação oferecida por Deus em Cristo, é um fruto da graça.

É o próprio Deus quem nos capacita a crer para que possamos nos apropriar da salvação que foi plenamente realizada por Cristo em nosso lugar e em nosso favor na cruz do calvário. A salvação, diz Paulo, assim como a eleição, é fruto da graça: “Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”

(Ef 2.8-9. Veja também Ef 1.6). A eleição é fruto da graça de Deus, não o resultado de uma previsão feita por Deus de que este ou aquele pecador teria fé. Ele não apenas “previu” que um determinado pecador teria fé em Cristo, mas determinou dar a fé a um determinado pecador para que ele cresse em Cristo e fosse salvo. A eleição feita por Deus não é uma simples previsão, mas uma escolha. Até mesmo a fé é decorrente da graça (Ef 2.8), pois é uma das bênçãos espirituais que o pecador recebe de Deus em virtude de sua eleição (Ef 1.3).

 Isso significa que a eleição é incondicional e em nada depende das obras humanas, como podemos ver em várias passagens das Escrituras (Rm 3.28; Gl 2.16; 3.11; Ef 2.8-9). Esta foi a grande descoberta de Lutero e é a grande bandeira das igrejas reformadas. O fundamento da eleição é o livre, soberano e misterioso decreto de Deus mediante o qual ele, em sua livre soberania, decidiu, movido tão somente pela sua própria graça, dentre todos os pecadores, que estavam igualmente mortos em seus delitos e pecados, escolher alguns para que fossem salvos por Jesus Cristo.

O cristão deve louvar a Deus por ter sido escolhido em Cristo (Ef 1.4), pois se a sua eleição dependesse de si mesmo ele nunca alcançaria, porque o homem natural está espiritualmente morto em seus delitos e pecados (Ef 2.1-2) e uma pessoa nessa situação jamais terá qualquer mérito diante daquele que é a Santidade Absoluta, Perfeita e Eterna. Não há dúvida de que, entregue a si mesmo, o pecador jamais se decidiria por Cristo, pois o homem natural é livre apenas para, seguir o curso deste mundo.

 A expressão “antes da fundação do mundo” aponta para a eternidade. Além disso, o próprio fundamento da eleição, que é Cristo, é eterno. Isso significa que a eleição tem fundamento eterno e, portanto, validade eterna.

Tanto o começo da ação da graça quanto a sua plenitude são obras de Deus, fundamentadas no eterno Filho de Deus.

O objeto da eleição

Agora que já sabemos qual é o fundamento da eleição, cabe-nos falar sobre o objeto ou o alcance da eleição. Paulo diz aos Efésios que o objeto da eleição somos nós (Ef 1.4). O pronome “nós” deve ser entendido à luz de seu contexto. Paulo está escrevendo aos santos que vivem em Éfeso e fiéis em Cristo Jesus (Ef 1.1). Pouco depois ele diz que Deus nos tem abençoado e nos escolheu (Ef 1.3,4). Como podemos observar, Paulo está falando que ele mesmo e os santos e fiéis são abençoados com toda sorte de bênçãos espirituais e foram escolhidos em Cristo. Esse é o sentido da passagem.

O sacrifício de Cristo na cruz do calvário  tornou possível a salvação para todos os homens ou certamente garantiu a salvação para todos aqueles que o Pai lhe deu (Mt 1.21; Jo 6.44; 10.26-29; 15.16; 17.9)? Repare que a grande questão a ser respondida aqui não é se Jesus teve poder para salvar todos os pecadores sem distinção, mas se ele quis fazer isso. A Escritura nos ensina que Cristo é o Senhor da glória (1Co 2.8), o Autor da Vida (At3.15).

: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?” (Rm 8.31-33). “Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef 5.25).

O propósito da eleição

Deus, com toda a sua infinita sabedoria e poder, tem um propósito definido tanto na criação quanto na redenção do pecador. Esse propósito é mencionado várias vezes na Escritura (2Tm 1.9; Sl 33.11; Is 37.26; 46.9-10; Mt 25.34; Is 14.24). À luz dessas passagens, fica claro que Deus tem um propósito, um plano. Mas qual será o propósito de Deus na eleição do pecador?

O propósito da eleição é revelar a glória de Deus. Não existe propósito maior e mais sublime do que glorificar a Deus. Foi para isso que fomos criados e foi para isso que todo o universo foi criado. Deus, querendo revelar sua própria glória, determinou criar o mundo e permitir a queda do homem, que foi criado sem pecado, mas com liberdade absoluta. Ao usar sua liberdade para rebelar-se contra Deus, automaticamente o homem perdeu toda a liberdade que possuía, tornando-se um escravo do pecado (Jo 8.35; Rm 6.6,17,20; Tt 3.3; 2Pe 2.19) e filho de Satanás (Gn 3.15; Jo 8.44; At 13.10; 1Jo 3.10), tornando-se merecedor da punição reservada por Deus (Mt 25.41). O primeiro pecador gerou toda uma raça que herdou sua natureza corrompida, como nos informa o relato de Gênesis 5.3: “Viveu Adão cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e lhe chamou Sete”.

O Senhor escolheu, baseado em sua livre e soberana Graça (Ef 2.8-9), para que tivesse sua comunhão restaurada com seu Criador, comunhão essa que tinha sido perdida por ocasião da Queda. Essa perda da comunhão do homem com Deus pode ser vista quando Deus vai em busca do homem e o homem se esconde (Gn 3.8).

Pr. David Gonçalves

 

 

 

CURSOS TEOLOGICOS

EXTENSSÕES EM IGREJAS

BASICO

MEDIO

AVANÇADOS

GRADUAÇÃO

PASTOR DAVID  GONÇALVES COM FORMAÇÕES

EM BACHAREL EM TEOLOGIA E MESTRADO

 

 

 

 

 

COMO USAR O MICROFONE?

Seria difícil imaginar os dias de hoje sem a presença do microfone. Sua utilidade é incontestável. Ele permite que a comunicação do orador seja mais natural e espontânea, possibilitando falar a grandes platéias da mesma forma como se conversa com uma ou duas pessoas. Mesmo possuindo todas essas qualidades, o microfone, muitas vezes, é visto como um terrível inimigo, chegando a provocar pânico em determinados oradores, principalmente naqueles menos habituados com a tribuna. Isso ocorre por não se observar certos procedimentos elementares, mas de capital importância a uma boa apresentação. Vejamos, de forma resumida, o que deve ser feito para o bom uso do microfone:

Microfone de lapela Este tipo de microfone praticamente não apresenta grandes problemas quanto à sua utilização; ele é preso na roupa por uma presilha tipo "jacaré", de fácil manuseio. É muito útil quando se pretende liberdade de movimentos na tribuna. Para usá-lo bem, basta atentar aos itens que passaremos a comentar.

a. Ao colocá-lo na lapela, na gravata ou na blusa, procure deixá-lo na altura da parte superior do peito, pois ele possui boa sensibilidade e a essa distância poderá captar a voz com perfeição.

b. Enquanto estiver falando, não mexa no fio. É comum observar oradores segurando, enrolando, ou torcendo o fio do microfone. Já presenciamos casos que se mostraram cômicos; em um deles, sem perceber, o orador começou a enrolar o fio do microfone e, quando chegou ao final da apresentação, assustou-se ao verificar que esta com mais de dois metros de fio nas mãos.

c. Outra precaução importante a ser tomada ao usar o microfone de lapela é a de não bater as mãos ou tocar no peito com força, próximo ao microfone, enquanto estiver falando, porque esses ruídos também são ampliados, prejudicando a concentração e o entendimento dos ouvintes.

d. É perigoso fazer comentários alheios ao assunto tratado de qualquer microfone, porque sempre poderão ser ouvidos. No caso do microfone de lapela o problema passa a ser muito mais grave por causa da sua alta sensibilidade. Ele permite captar ruídos a uma considerável distância. Isto sem conta que, preso na roupa, sempre o acompanhará.

e. Talvez não seja necessário fazer este tipo de comentário, mas como já presenciamos inúmeros ocorridos desagradáveis, vale a pena alertar o orador para que não se esqueça de retirar o microfone quando terminar de falar e for sair da tribuna.

Microfone de pedestal Este tipo de microfone exige maiores cuidados para sua melhor utilização. É um microfone mais comum e encontrável na maioria dos auditórios. Veja agora o que deverá fazer para evitar problemas e melhorar as condições de sua apresentação.

a. Inicialmente verifique como funciona o mecanismo da haste onde o microfone se sustenta e se existe regulagem na parte superior onde ele é fixado. Treine esses movimentos, abaixando e levantando várias vezes a haste, observando atentamente todas as suas peculiaridades. Evidentemente essa tarefa deverá ser realizada bem antes do momento de se apresentar, de preferência sem a presença de nenhum ouvinte. Se isto não for possível, verifique a atuação dos outros oradores mais habituados com o local e como se comportam com o microfone que irá usar.

b. Já familiarizado com o mecanismo de regulagem da altura, teste a sensibilidade do microfone para saber a que distância deverá falar. Normalmente a distância indicada é de dez a quinze centímetros, mas cada microfone possui características distintas e é prudente conhecê-las antecipadamente. Se durante o teste estiver acompanhado de um amigo ou conhecido, peça que ele fique no fundo da sala e diga qual a melhor distância e qual a altura ideal da sua voz.

c. Ao acertar a altura do microfone, procure não deixar na frente do rosto, permitindo que o auditório veja o seu semblante. Deixe-o a um ou dois centímetros abaixo do queixo.

d. Ao falar, não segure na haste e fale sempre olhando sobre o microfone; dessa forma o jato da voz será sempre captado: assim, quando falar com as pessoas localizadas nas extremidades da sala, ou sentadas à mesa que dirige a reunião, normalmente posicionada no sentido lateral, gire o corpo de tal maneira que possa sempre continuar falando com os olhos sobre o microfone.

e. Fale, não grite, isso mesmo, aja como se estivesse conversando com um pequeno grupo de amigos. Isso não quer dizer que deverá falar baixinho, sem energia; ao contrário, transmita sua mensagem animadamente, com vibração, mas sem gritar.

f. Se for preciso segurar o microfone com a mão para se movimentar na tribuna, o cuidado com o jato de voz deverá ser o mesmo; nesse caso não movimente a mão que segura o microfone e deixe-o sempre à mesma distância.

Microfone de mesa

O microfone de mesa requer os mesmo cuidados já mencionados, com a diferença de normalmente ser apoiado sobre uma haste flexível. Ao acertar a altura não vacile, faça-o com firmeza e só comece a falar quando tiver posicionado da maneira desejada.

Se lhe oferecerem um microfone no momento de falar, antes de aceitar ou recusar, analise algumas condições do ambiente. Se os outros falaram sem microfone e se a sala não for muito ampla e permitir que a voz chegue até os últimos ouvinte, sem dificuldade, poderá recusá-lo. Se alguns oradores se apresentaram valendo-se do microfone, ou se sentir que o tamanho da sala e a acústica impedirão sua voz de chegar bem até os últimos elementos da platéia, aceite-o.

Se o microfone apresentar problemas e você perceber que eles persistirão, desligue-o e fale sem microfone. Não peça opinião a ninguém sobre essa atitude. A apresentação é sua e você é o responsável pelo seu bom desempenho. O microfone deve ajudar a exposição. Se, ao contrário, atrapalhar, é preferível ficar sem ele.

Compilação Pr. Irineu E. Kock

 

 

5 Conselhos para potenciar a sua capacidade oratória

  
1. Comece pelo seu rosto

“Crie um bom contato com os olhos, movendo-os por toda a sala num padrão alternativo e fixando brevemente o olhar com tantas pessoas quanto possível. Demore o tempo suficiente para completar um pensamento ou uma declaração. O que pretende é que cada um na sala sinta que está a falar só para ele.

As suas expressões faciais devem ser deliberadas e propositadas. Se olhar para baixo ou para longe, o público vai percebê-lo como uma falta de confiança ou que está a tentar lembrar-se de algo que se esqueceu. Lembre-se de sorrir.”

2. Use o seu corpo

“Utilize sempre o seu corpo - e não os slides - para manter o público envolvido. Use gestos elaborados para enfatizar o tamanho, a forma, a direção ou para destacar algum ponto. Irá sentir os seus movimentos como excessivos, mas o seu público está normalmente mais distante, pelo que os seus gestos irão manter as pessoas envolvidas e ajudá-las a visualizar o seu ponto de vista.

Resista à tentação de ficar parado atrás do púlpito. Use todo o espaço disponível para a apresentação e certifique-se de se mover com propósito e domínio do palco. Nunca se coloque de costas para o seu público.

Os slides devem ser simples e apoiar o que diz, mas sem que distraiam o público de se concentrarem exclusivamente em si.”

3. Domine a sua voz

“A sua voz é o seu atributo mais poderoso e importante enquanto está no palco. Utilize a inflexão com sabedoria de modo a manter o seu discurso interessante e projete a sua voz para a parte de trás da sala. Compreender a forma como profere o seu discurso é tão importante como o que diz. Ao fazer uma ligeira elevação na sua voz significa que está a fazer uma pergunta, bem como autoridade ao reduzi-la ligeiramente quando termina uma frase.

As maiores falhas nos oradores ocorrem nos momentos escolhidos para reduzirem a velocidade do discurso ou para fazerem pausas. O silêncio e o tempo entre as palavras permitem-lhe dar ênfase e que o público acompanhe as suas ideias. Conte na sua cabeça até dois depois de ter marcado um ponto de vista ou depois do riso esmorecer. Vai parecer uma eternidade mas será muito menor do que pensa.

Evite palavras ou frases para encher: "como", "hum", "sim", "certo". Torne-se consciente das coisas que diz e que são desnecessárias. Faça de cada palavra uma sábia escolha.”

 

4. Anime a coisa

“Por mais interessante que seja a sua apresentação, o público tem uma atenção limitada. Encontre oportunidades para a tornar divertida e interativa. Poderá responder a perguntas, usar tecnologias como o Text The Mob para inquirir o seu público, ou divida o seu público em pequenos grupos para fazerem uma atividade.”

5. Pratique – e muito

"A coisa mais importante que pode fazer, acima de todas as outras sugestões referidas, é praticar, praticar, praticar. Malcom Gladwell, no seu livro Outliers, diz que leva 10.000 horas para se tornar num especialista. A capacidade de conseguir fazer uma boa apresentação não é diferente.

 

 

AS 7 PRINCIPAIS DOS JUDEUS

 

1.     Festa da Páscoa-

2.     Festa dos Pães Asmos-

3.     Festa das Primícias-

4.     Festa de Pentecostes

5.     Festa das Trombetas-

6.     Festa da Expiação-

7.     Festa dos Tabernáculos

 

1.     FESTA DA PÁSCOA

- Cordeiro de um ano, macho, sem manchas;

- O sangue do cordeiro passado nos marcos das portas;

- A carne do cordeiro assada no fogo;

- Comemoração da saída do Egito;

- Praga da mortandade dos primogênitos do Egito;

- Livramento dos primogênitos Hebreus;

- Páscoa = Passagem (da escravidão para a liberdade).

           

2.     FESTA DOS PÃES ASMOS

- Pães sem fermento, pães azedos;

- O fermento azeda e descaracteriza a massa.

           

3.     FESTA DAS PRIMÍCIAS

- A colheita dos primeiros frutos - o início da colheita;

- A primeira semente plantada devia ser o primeiro fruto colhido;

- A oferta de manjares era feita dos primeiros grãos colhidos;

- Os dízimos eram entregues dos primeiros frutos.

           

4.     FESTA DE PENTECOSTES

- Era o tempo da grande, a colheita na sua maior fartura;

- Era a festa mais longa, pois durava todo o período da colheita;

- A duração era de 50 dias;

- Era também chamada de Festa da Colheita ou Festa das Luzes.

 

5.     FESTA DAS TROMBETAS

 - Começava antes do término da Festa de Pentecostes;

- Anunciava a aproximação da festa da Expiação, que era a mais importantes de

  todas as festas de Israel;

- Os sacerdotes tocavam o "shofar" (buzina de chifre de carneiro);

- Eram tocadas as buzinas vários dias antes do término da Festa de Pentecostes.

                       

6.     FESTA DA EXPIAÇÃO

- A mais importante das 7 festas;

- Curta duração: somente um dia;

- Era também chamada de Dia do Perdão (Yom Kippur) ou Dia da Redenção;

- Era o único dia do ano em que o pecado deles era expiado;

- O Sumo Sacerdote entrava com o sangue do cordeiro no Santo dos Santos para

- fazer expiação pelos pecados do povo, por isso se afligiam muito;

- Faziam antes até um jejum de 24 horas (de pôr do sol a pôr do sol

- A expiação era feita antes do pôr do sol, no sacrifício da tarde;

- Após receber o perdão de Deus, trazido pelo Sumo Sacerdote, o povo voltava

para casa e se banqueteava em mesas fartas, com alegria pelo perdão.

 

7.     FESTA DOS TABERNÁCULOS

- A última festa do ano (das 7 principais);

- Todo o povo se congregava em Jerusalém;

- Armavam tendas (cabanas) ao redor da cidade, lembrando o tempo da peregri-

nação pelo deserto, quando o tabernáculo era armado no meio deles;

- Enfeitavam suas tendas com galhos de árvores perfumadas, cítricas e floridas;

- O perfume era sentido em toda a cidade;

- A festa durava 8 dias.

 

Pr. David Gonçalves

 

 

 

O PECADO.

A culpa relaciona-se com o pecado da mesma forma como o lugar queimado relaciona-se com a labaredas.

O homem arrepende-se de verdade somente quando aprende que o pecado o tornou incapaz de arrepender-se sem a ajuda da graça renovadora de Deus.


 

Há muita gente que passa a vida fazendo coisas boas e legítimas – porém o Senhor não é o primeiro para elas. Ele não é o centro de suas vidas. Se Ele fosse, não O colocariam de lado. Elas achariam tempo para ficar com Ele! Alguns crentes ficarão de fora dos céus, não devido às coisas más que fizeram – mas porque ficaram tão preocupados em realizar coisas boas e legítimas, que negligenciaram aquelas que realmente contam.

A Bíblia revela que Deus quer usar as pessoas para cumprir Seus propósitos aqui na Terra. Mas antes disso, o Senhor precisa moldá-las e ensiná-las, para que assim sejam instrumentos poderosos em Suas mãos. Devemos nos colocar à disposição do Senhor e deixar que Ele mude o nosso interior. Veja o exemplo de Jacó, que antes era conhecido como um homem mentiroso e trapaceiro, mas teve sua vida transformada pelo poder de Deus:


"Naquela noite Jacó levantou-se, tomou suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos para atravessar o lugar de passagem do Jaboque. Depois de havê-los feito atravessar o ribeiro, fez passar também tudo o que possuía. E Jacó ficou sozinho. Então veio um homem que se pôs a lutar com ele até o amanhecer. Quando o homem viu que não poderia dominá-lo, tocou na articulação da coxa de Jacó, de forma que lhe deslocou a coxa, enquanto lutavam. Então o homem disse: ‘Deixe-me ir, pois o dia já desponta". Mas Jacó lhe respondeu: "Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes’. O homem lhe perguntou: ‘Qual é o seu nome?’ ‘Jacó’, respondeu ele. Então disse o homem: ‘Seu nome não será mais Jacó, mas sim Israel, porque você lutou com Deus e com homens e venceu’. Prosseguiu Jacó: ‘Peço-te que digas o teu nome’. Mas ele respondeu: ‘Por que pergunta o meu nome? ‘ E o abençoou ali. Jacó chamou àquele lugar Peniel, pois disse: ‘Vi a Deus face a face e, todavia, minha vida foi poupada’" (Gênesis 32:22-30).


Peniel significa "a face de Deus" e, quando Jacó ficou face a face com o Senhor (representado por um homem ou anjo), algo extraordinário aconteceu. A sua mudança foi tão grande que Deus mudou até o seu nome. O mesmo pode acontecer em nossas vidas! Para isso, precisamos ficar a sós com o Senhor, assim como Jacó. Veja o que acontece quando fazemos essa escolha:

 

MANÀ

(Êxodo 16. 15)

 

 

O nome maná é uma expressão hebraica, é uma interrogação que é isto? Pois os filhos de Israel não sabiam o que era.
E é assim que a providência e o poder de Deus se manifesta em nossas vidas, não sabemos o que é e nem como se sucede só sabemos que vem de Deus, não podemos questionar o poder de Deus.

O maná era como semente de coentro; era branco e tinha o sabor de mel e azeite fresco (Exodo 16.31 e Números 11.8-9).
Era moído, cozinhado, em panelas e dele fazia bolos.
Isto nos revela a sua atuação em nossas vidas, pois ele pode ser como uma semente que debaixo da terra do nosso coração pode brotar e se tornar uma árvore muito frutífera, de coentro pois tempera a parte insípida de nossa vida, branco porque ele traz clareza ao que está em oculto, com sabor de mel porque ele pode se manifestar de uma maneira doce e suave e de azeite fresco, o azeite se refere a unção, então o poder de Deus traz unção para nossas vidas.

O maná pode ser visto como a providência e o poder de Deus e de onde ele vem, o poder e providência de Deus vem do alto, não de homens nem de seus próprios esforço, não vem de demônios, ele vem do alto de Deus.
O povo poderia esperar que providência de Deus brotasse do chão ou até mesmo podiam esperar que os peixes saltassem da água, porém antes o povo teve que olhar para o alto. E é para lá que devemos estar olhando na hora da provação, na hora da necessidade na hora da fome e desepero espirituais, não de vemos olhar para baixo nem para os lados e sim para o alto de onde vem o poder, devemos olhar para o alto de onde vem o poder de Deus, devemos olhar para cruz de Cristo de onde vem a nossa salvação, se repararmos o povo que viu Cristo crucificado teve que olhar para cima, a nossa salvação vem de cima.
Nem devemos olhar para homens para podermos realizar a obra de Deus, devemos clamar ao dono da seara para que mande cefeiros.

Se percebermos para se obter o maná era necessário que o povo saísse ao redor do acampamento e recolher, pois havia um local e um horário para isto. Além disto, deveria preparar o maná.
Então chegamos a conclusão de que a provisão divina envolve a nossa participação, como foi preciso remover a pedra para que o morto Lázaro fosse ressucitado e Marta foi exortada a crer e mandar que removessem a pedra para que visse a glória de Deus. Precisamos remover a pedra para que vejamos a glória de Deus, precisamos crer e segundo a palavra de Deus jogar a rede.

Hoje temos o verdadeiro Pão do céu, Jesus é o verdadeiro Pão do céu. (João 6. 31-35)
Devemos sempre estar comendo deste pão, pois ele traz vida ele nos dá força e nos sustenta, pois ele é o verbo que se fez carne, a palavra de Deus é o que nos alimenta (Deuteronômio 8. 3)

Êxodo 16. 12 e Mateus 6. 32

Deus sabe das nossas necessidades, não precisamos nos angustiar, não devemos murmurar, precisamos apenas crer e esperar quando não houver nada que possamos fazer, pois Deus manifestará o seu poder em nossas vidas.

Êxodo 16. 19 e 20 e Mateus 6. 11

Deus cuida de nós a cada dia, não devemos ficar receiosos do dia de amanhã, devemos andar com Jesus dia após dia para que cada vez andemos com passos mais firmes e tendo a certeza que o mais ele fará.

 

Pr. David Gonçalves

OFERTAS ALÇADA

A Oferta Alçada são contribuições esporádicas que os fiéis fazem para a sua igreja e é bem diferente do dízimo que é contínuo, a oferta alçada é usada em alguns casos em que se faz necessário como a construção de um novo templo da igreja. Ambos são bíblicos e atuais, porém bastante diferente e um exemplo deixa bem claro a oferta alçada que foi usada na construção do tabernáculo, no deserto (Êx 25.2). Davi, para construir o templo de Jerusalém, deu uma oferta de cento e cinco toneladas de ouro, sem contar a prata (1 Cr 29.3,4), o rei Davi, no entanto, fez um apelo para quem quisesse contribuir para a Casa de Deus (1 Cr 29.5). Nos versículos seguintes ficamos sabendo que o povo contribuiu voluntariamente.

Pr. David Gonçalves

 

EU NÃO TENHO SAUDADES DO  PASSADO ,

POIS VIVO HOJE, NA ESPERAÇA DO AMANHA!!!I

PR DAVID GONÇALVES

 

 

"Shaná Tová" (Feliz Ano Novo Judaico)

 Rosh ha Shaná
Rosh há Shaná (literalmente “Cabeça do Ano”, em Hebraico), é o Ano Novo pelo calendário judaico. Em 2014, ele terá início na noite do dia 16 de setembro. Estará começando o ano judaico de 5775.

De acordo com a tradição judaica, Adão e Eva foram criados no primeiro dia do mês de Tishrei, que foi o sexto dia da Criação. É a partir deste mês que o ciclo anual se inicia. Por isso, Rosh Hashaná é celebrado nesta época.
 

Pr David Gonçalves

 

 
 PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS
PESSOAS COMUNS FALAM  SOBRE COISAS
PESSOAS MEDIOCRES FALAM SOBRE PESSOAS
 

                 BRASIL                                           ISRAEL

  

                                                                         

 

                   

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CONSULTA DE   NOTA FISCAL PAULISTA

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AS 7 PRINCIPAIS DOS JUDEUS

 

1.     Festa da Páscoa- 2.     Festa dos Pães Asmos- 3.     Festa das Primícias- 4.     Festa de Pentecostes

5.     Festa das Trombetas- 6.     Festa da Expiação- 7.     Festa dos Tabernáculos

 

1.     FESTA DA PÁSCOA

- Cordeiro de um ano, macho, sem manchas;

- O sangue do cordeiro passado nos marcos das portas;

- A carne do cordeiro assada no fogo;

- Comemoração da saída do Egito;

- Praga da mortandade dos primogênitos do Egito;

- Livramento dos primogênitos Hebreus;

- Páscoa = Passagem (da escravidão para a liberdade).

           

2.     FESTA DOS PÃES ASMOS

- Pães sem fermento, pães azedos;

- O fermento azeda e descaracteriza a massa.

           

3.     FESTA DAS PRIMÍCIAS

- A colheita dos primeiros frutos - o início da colheita;

- A primeira semente plantada devia ser o primeiro fruto colhido;

- A oferta de manjares era feita dos primeiros grãos colhidos;

- Os dízimos eram entregues dos primeiros frutos.

           

4.     FESTA DE PENTECOSTES

- Era o tempo da grande, a colheita na sua maior fartura;

- Era a festa mais longa, pois durava todo o período da colheita;

- A duração era de 50 dias;

- Era também chamada de Festa da Colheita ou Festa das Luzes.

 

5.     FESTA DAS TROMBETAS

 - Começava antes do término da Festa de Pentecostes;

- Anunciava a aproximação da festa da Expiação, que era a mais importantes de

  todas as festas de Israel;

- Os sacerdotes tocavam o "shofar" (buzina de chifre de carneiro);

- Eram tocadas as buzinas vários dias antes do término da Festa de Pentecostes.

                       

6.     FESTA DA EXPIAÇÃO

- A mais importante das 7 festas;

- Curta duração: somente um dia;

- Era também chamada de Dia do Perdão (Yom Kippur) ou Dia da Redenção;

- Era o único dia do ano em que o pecado deles era expiado;

- O Sumo Sacerdote entrava com o sangue do cordeiro no Santo dos Santos para

- fazer expiação pelos pecados do povo, por isso se afligiam muito;

- Faziam antes até um jejum de 24 horas (de pôr do sol a pôr do sol

- A expiação era feita antes do pôr do sol, no sacrifício da tarde;

- Após receber o perdão de Deus, trazido pelo Sumo Sacerdote, o povo voltava

para casa e se banqueteava em mesas fartas, com alegria pelo perdão.

 

7.     FESTA DOS TABERNÁCULOS

- A última festa do ano (das 7 principais);

- Todo o povo se congregava em Jerusalém;

- Armavam tendas (cabanas) ao redor da cidade, lembrando o tempo da peregri-

nação pelo deserto, quando o tabernáculo era armado no meio deles;

- Enfeitavam suas tendas com galhos de árvores perfumadas, cítricas e floridas;

- O perfume era sentido em toda a cidade;

- A festa durava 8 dias.

 

Pr. David Gonçalves

 

 

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CINCO  COISAS  QUE  DEUS  NUNCA  VIU

 

 1)- Um Deus maior que Ele.

2)- Um problema que Ele não possa resolver.

3)- Um amor maior que o DELE

4)- Um justo sem resposta de oração

5)-Uma vida que Ele não possa transformar


O Deus Grande e Tremendo



 

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Salmos, 29:11 O Senhor dá força ao seu povo; o Senhor abençoa com paz ao seu povo. __________________________________________ Romanos 8:38-39 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
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